Dra. Raquel Moreira Silva
Médica – Cédula OM 57912 – Medicina Estética e Medicina Capilar (Tricologia Médica)
“A medicina estética que existia não me representava”
A CORPI nasce como resposta ao modelo dominante. Uma medicina estética com base biológica, onde o objetivo é fazer a pele trabalhar por si — não camuflar sinais com substâncias.
O meu percurso
Licenciei-me em Medicina pela Universidade Nova de Lisboa em 2014.
Desde cedo que a bioquímica e a biologia molecular me fascinaram. No ensino secundário fiz estágio num dos maiores centros de investigação de patologia molecular e no curso de medicina fui convidada a ser monitora de bioquímica, dando aulas a alunos do 1º ano, combinando o gosto de ensinar com o fascínio pela interação das moléculas, células e tecidos. Passei pela especialidade de Anatomia Patológica num centro de oncologia (IPO) — área que me permitiu aprofundar o conhecimento da biologia dos tecidos. Nessa altura percebi que as doenças oncológicas me impactavam profundamente do ponto de vista emocional e que o meu caminho passaria por trabalhar com pessoas na prevenção e manutenção de saúde em vez de foco na cura.
Descobri a área da longevidade/antienvelhecimento e a sua ligação à medicina estética por volta de 2015 mas foi em 2023 que completei dois mestrados executivos nesta área, um em Medicina Estética, Nutrição e Antienvelhecimento e outro em Tricologia Médica e Microenxerto Capilar. Cautelosa por rotina e com vontade de saber o que de melhor e mais recente se faz na prática, fiz várias formações práticas em clínicas de renome e aprofundei o meu conhecimento nas novidades da medicina estética e tricologia na Europa, Estados Unidos, Brasil e Coreia do Sul. A visão de futuro da medicina estética e o alinhamento dos meus pacientes com essa visão, fez-me consolidar o meu posicionamento e visão, ao perceber que havia espaço para uma abordagem diferente da tradicional, mais focada em longevidade da pele e cabelo, usando a biologia celular e bioquímica e com procedimentos mais seguros, ao minimizar tratamentos muito agressivos e também o risco de oclusão vascular associado ao uso de preenchimentos.
A base científica nunca me abandonou e é hoje o alicerce da minha prática clínica. A minha paixão pela bioquímica e biologia celular, a minha visão holística de longevidade, estilo de vida e prevenção de doenças e do controlo inteligente do envelhecimento levaram-me a oferecer uma abordagem inovadora aos meus pacientes baseada em protocolos pensados e desenhados por mim, personalizados a cada pessoa. Os protocolos da CORPI são focados em restaurar e otimizar a pele, com resultados naturais e uma pele que brilha com saúde. O combate ao envelhecimento faz-se atuando nos mecanismos do envelhecimento e não através de camuflagem dos sinais ou de grandes transformações.
O meu gosto por educação e transmissão de conhecimento contribuiu para outra vertente da corpi, a vertente de explicação e literacia em saúde. São explicados os processos de envelhecimento, como podemos trabalhar ao nível desses processos e o porquê de fazermos certo tratamento. Dando informação ao paciente, acredito que ele poderá tomar decisões mais informadas e melhores, sendo parte integrante na decisão.
Por fim, sendo apaixonada por tecnologia e inovação, com várias formações pós-graduadas e experiência de vários anos em inovação da saúde digital, tenho uma visão sistémica que me permite integrar inovação digital nas áreas em que trabalho. Esta visão estimulou-me a construir a CORPI com uma abordagem diferenciada – não só do ponto de vista médico, científico e educativo já referidos, mas também através de ferramentas digitais – ferramentas de diagnóstico e proposta terapêutica e plataforma de acompanhamento que vão além da consulta pontual.
A minha abordagem
O meu diferencial está na junção de várias vertentes:
- Vertente científica, com a compreensão dos mecanismos celulares e moleculares,
- Vertente médica, com a personalização dos tratamentos a cada pessoa, adequando ao estado de saúde, doenças, alergias, medicação além de uma visão holística de longevidade
- Vertente educativa, permitindo ao paciente entender o porquê de a escolha terapêutica ser aquela e compreendendo melhor o seu envelhecimento
- Vertente de acompanhamento, colocando o paciente no centro e transformando os tratamentos numa jornada em vez de um conjunto de marcações isoladas
Quando avalio uma pessoa e desenho o seu protocolo, não penso apenas no resultado imediato — penso no que aquela molécula faz à célula, ao tecido, ao ambiente extracelular. Penso em como potenciar as ações necessárias combinando diferentes estímulos, quer em camadas diferentes, quer recorrendo a tratamentos diferentes. Penso em como jogar com o tempo de resposta de cada tratamento para potenciar resultados. E penso na pessoa diante de mim e nas suas particularidades de saúde, objetivos e de estilo de vida. É também por isso que não faço tratamentos isolados, faço tratamentos que se complementam entre si e que são integrados num plano.
O foco primário dos tratamentos é na otimização, revitalização e regeneração das vias que são afetadas durante o processo de envelhecimento. Além disso, procuro que os tratamentos sejam sustentáveis a longo prazo, isto é, que não ocorram problemas a longo prazo mais tarde devido ao seu uso.
Destaca-se o exemplo do uso de preenchedores, que na minha prática são deixados para as fases finais dos protocolos, após a pele ter sido já estimulada e ter respondido, garantindo assim que é usado o mínimo de preenchimento possível. Esta abordagem é contracorrente em relação à maioria das clínicas de medicina estética em que os preenchimentos são feitos logo no início com o sentido de “fidelizar” o paciente, devido ao seu efeito imediato, mas que a longo prazo pode levar a situações de rostos com demasiados preenchimentos (“overfilling”) e outras reações tardias pelo uso excessivo de fillers.
Por questões de segurança também não são usados preenchimentos em zonas de grande risco tais como glabela, nariz e região da testa. Essas zonas têm um risco acrescido de consequências graves em caso de oclusão vascular e por isso são evitadas na minha prática, para garantir maior segurança.
Por fim, acredito na longevidade da pele como um projeto contínuo, aliado a estilo de vida saudável — alimentação, exercício, sono, entre outros. O tratamento estético é um complemento, não uma solução isolada. A verdadeira longevidade consegue-se atuando de dentro para fora e de fora para dentro.
O paciente certo para mim
Não é a escolha certa se…
Formação e credenciais
- Mestrado Integrado em Medicina — Universidade Nova de Lisboa (2008–2014)
- Mestrado Executivo em Medicina Estética, Nutrição e Antienvelhecimento — UDIMA (2023)
- Mestrado Executivo em Tricologia e Enxerto Capilar — UDIMA (2023)
- Médica registada na Ordem dos Médicos · Cédula 57912
